Menu
Imóveis à venda direto com proprietário no Brasil — ApartamentoLivre

Conecte-se diretamente com compradores, negocie nos seus termos e mantenha o controle. Suporte jurídico opcional quando você precisar.

510 imóveis anunciados por proprietários

1 compradores entraram em contato hoje

Sem cartão de crédito. Publique seu anúncio em 2 minutos.

IPTU em Goiânia 2026: Alíquota, Como Calcular e Como Pagar

O IPTU em Goiânia é calculado sobre o valor venal do imóvel, com alíquotas de referência de 0,3% para residencial, 0,5% para comercial e 1,5% para terrenos não edificados (Lei Complementar municipal 235/2012). O contribuinte é o proprietário em 1º de janeiro. A guia é emitida pelo portal da Prefeitura de Goiânia e pode ser paga em cota única com desconto ou em até 10 parcelas mensais. Aposentados de baixa renda com um único imóvel podem ter isenção anual.

Quanto custa o IPTU em Goiânia (resumo)

Em um imóvel residencial de valor venal R$ 300.000, o IPTU em Goiânia fica em torno de R$ 900 (alíquota de referência 0,3%), pago em cota única com desconto ou em até 10 parcelas. Comerciais partem de 0,5% e terrenos não edificados chegam a 1,5%.

Resposta rápida

A alíquota do IPTU em Goiânia é de 0,3% para imóveis residenciais, 0,5% para comerciais e 1,5% para terrenos não edificados, com progressividade prevista em lei conforme faixa de valor e localização (LC 235/2012). O contribuinte é o proprietário em 1º de janeiro. A guia é emitida pelo portal da Prefeitura de Goiânia, com cota única com desconto se paga até o vencimento ou parcelamento em até 10 cotas mensais. Aposentados, pensionistas e beneficiários do BPC com um único imóvel de menor valor podem pedir isenção anual.

Pontos-chave

  • Alíquotas de referência em Goiânia: 0,3% residencial, 0,5% comercial e 1,5% territorial (LC 235/2012).
  • Progressividade prevista em lei conforme faixa de valor venal e uso.
  • Fato gerador: propriedade em 1º de janeiro; contribuinte é o proprietário.
  • Cota única com desconto se paga até o vencimento; parcelamento em até 10 cotas mensais.
  • Isenção possível para aposentado/pensionista/BPC com um único imóvel de menor valor.
  • Pagamento e 2ª via pelo portal da Prefeitura de Goiânia.
  • IPTU (anual) é diferente do ITBI (único, pago só na compra).

O que é o IPTU em Goiânia

O IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) em Goiânia é o tributo municipal cobrado anualmente do proprietário, titular do domínio útil ou possuidor de imóvel localizado na zona urbana da capital goiana. Sua base legal é a Lei Complementar municipal 235/2012 (Código Tributário do Município), com atualizações posteriores.

O IPTU é uma das principais receitas próprias da Prefeitura de Goiânia, financiando parte da infraestrutura urbana, iluminação, drenagem, pavimentação e serviços públicos correlatos. O fato gerador ocorre em 1º de janeiro; a partir daí a Prefeitura emite os carnês ou disponibiliza a guia pelo portal, com o cálculo detalhado por imóvel — identificado pela inscrição imobiliária.

Alíquota do IPTU em Goiânia

Uso do imóvel Alíquota Base legal
Residencial 0,3% (referência) LC 235/2012
Não residencial (comercial) 0,5% (referência) LC 235/2012
Territorial (não edificado) 1,5% LC 235/2012

Fonte: Lei Complementar municipal 235/2012 (Código Tributário do Município de Goiânia) e portal da Prefeitura de Goiânia (goiania.go.gov.br). Confirme sempre a tabela vigente do ano.

Como calcular o IPTU em Goiânia

A fórmula é a mesma que em outras capitais: valor venal do imóvel multiplicado pela alíquota. Em Goiânia, a alíquota de referência é 0,3% para imóveis residenciais e 0,5% para não residenciais, com progressividade e diferenciação por localização previstas em lei conforme faixa de valor venal.

Terrenos não edificados têm alíquota de 1,5%, como instrumento de política urbana para desestimular a especulação. O valor venal é fixado pela Prefeitura considerando localização, área, padrão construtivo e uso, com base na planta genérica de valores e no cadastro imobiliário. Sempre consulte o portal para ver o valor exato de cada exercício.

IPTU = valor venal × alíquota

A alíquota depende do uso do imóvel e pode ter progressividade prevista em lei conforme a faixa de valor. Consulte o portal da Prefeitura de Goiânia para simular o valor exato.

Exemplos de cálculo

Valor venal Alíquota residencial IPTU anual estimado
R$ 150.000 0,3% R$ 450
R$ 300.000 0,3% R$ 900
R$ 600.000 0,3% R$ 1.800

Os exemplos da tabela acima são simulações realistas com a alíquota de referência de 0,3%. Um apartamento de valor venal R$ 200.000 costuma ficar em torno de R$ 600 por ano; imóveis próximos de R$ 500.000 pagam cerca de R$ 1.500; comerciais partem de 0,5%.

Como o valor venal é atualizado periodicamente pela Prefeitura, o IPTU do ano seguinte pode subir mesmo sem alteração de alíquotas. Vale conferir todo ano o valor venal informado no carnê e compará-lo aos imóveis do entorno — é um dos principais critérios que sustentam pedidos administrativos de revisão do lançamento.

Base de cálculo e valor venal

A base de cálculo é o valor venal — a avaliação administrativa do imóvel para fins tributários. Não corresponde ao preço de mercado nem ao valor da última venda: é uma estimativa uniforme baseada em critérios da Prefeitura e na planta genérica de valores. Em regra, o valor venal fica abaixo do preço de mercado.

A base do ITBI em Goiânia costuma seguir o valor de referência. Por isso, é comum que o mesmo imóvel apresente um valor venal para IPTU e outro (maior) para ITBI, o que não configura erro. Compreender essa diferença ajuda a planejar melhor a compra e evitar surpresas na hora da escritura.

Isenções e imunidades

Principais casos de isenção e imunidade nesta cidade:

  • Aposentados, pensionistas e beneficiários do BPC com renda mensal e valor venal do imóvel dentro dos limites definidos anualmente pela Prefeitura de Goiânia.
  • Imóveis de um único proprietário utilizados como residência, dentro do teto de valor venal do ano vigente.
  • Imunidade constitucional para templos, partidos, sindicatos e entidades assistenciais e educacionais sem fins lucrativos (Art. 150, VI, CF).
  • Imóveis públicos e alguns bens tombados podem ter regimes específicos previstos em lei municipal.
  • A isenção não é automática: precisa ser requerida com CPF, comprovante de renda e documentos do imóvel.

Como pagar o IPTU em Goiânia

  1. Acesse o portal da Prefeitura de Goiânia (goiania.go.gov.br) e localize o serviço de IPTU.
  2. Informe a inscrição imobiliária do imóvel (impressa no carnê) ou consulte pelo endereço.
  3. Consulte o valor da cota única com desconto e o calendário das parcelas do ano.
  4. Escolha entre pagar em cota única (com desconto) ou parcelar em até 10 cotas mensais.
  5. Gere o boleto ou Pix e efetue o pagamento em banco autorizado ou aplicativo bancário.
  6. Guarde os comprovantes: são exigidos em venda, escritura, financiamento e certidão municipal.

Prazo, cota única com desconto e multa por atraso

A Prefeitura publica o calendário anual do IPTU. Em regra, a cota única vence entre fevereiro e março; quem paga até o vencimento recebe o desconto definido no calendário do ano. Alternativamente, é possível parcelar o imposto em até 10 cotas mensais.

Depois do vencimento, incidem multa, juros e correção monetária sobre o valor. Se o débito não for regularizado no exercício, ele é inscrito em dívida ativa municipal, com encargos adicionais e risco de execução fiscal. Manter o IPTU em dia também é condição prática para vender o imóvel, escriturar, financiar ou obter a certidão negativa de tributos municipais.

IPTU x ITBI: qual a diferença

Aspecto IPTU ITBI
Natureza Imposto anual sobre a propriedade Imposto único da transmissão
Quem paga Proprietário (todo ano) Comprador (uma vez, na compra)
Fato gerador Ser dono do imóvel em 1º de janeiro Transmissão onerosa do imóvel

Veja o ITBI em Goiânia para o imposto único da transferência na compra, ou faça uma estimativa com o nosso simulador de ITBI.

Como contestar o valor venal em Goiânia

Quando o proprietário considera o valor venal desproporcional — por área errada no cadastro, uso mal classificado ou padrão construtivo divergente — é possível apresentar pedido administrativo de revisão do lançamento junto à Secretaria Municipal de Finanças (SEFIN), dentro do prazo do exercício.

Documentos úteis: matrícula atualizada, planta, IPTU anterior, laudo de avaliação e fotos que demonstrem a divergência. Se a Prefeitura mantiver o lançamento, ainda cabe questionamento judicial. Revisões bem instruídas costumam reduzir o valor venal e o IPTU dos exercícios seguintes, além de ajustar o cadastro.

IPTU atrasado, dívida ativa e parcelamento

Em Goiânia, débitos de IPTU não pagos até o fim do exercício são inscritos em dívida ativa pela Procuradoria-Geral do Município (PGM), passando a compor a Certidão de Dívida Ativa (CDA). A partir desse momento, o valor cresce com multa, juros pela Selic e honorários advocatícios, e o município pode ajuizar execução fiscal — situação que frequentemente atinge imóveis nos setores mais valorizados (Bueno, Marista, Jardim Goiás), onde o IPTU absoluto é maior e o esquecimento do carnê é comum.

A Prefeitura costuma abrir programas de refinanciamento (o histórico "Refis Goiânia" e edições similares) com reduções que já chegaram a 100% de multa e juros para pagamento à vista. Fora desses programas, a PGM aceita parcelamento ordinário em várias vezes. Antes de comprar um imóvel na capital, sempre exija a Certidão Negativa de Débitos Municipais (emitida pelo portal da SEFIN) e o extrato de inscrição imobiliária — o IPTU acompanha o imóvel, não o antigo proprietário.

Veja o guia completo sobre IPTU atrasado.

Erros comuns no IPTU em Goiânia

Os equívocos mais recorrentes na capital goiana são: (1) achar que a alíquota de 0,3% é fixa quando, na prática, LC 235/2012 aplica progressividade que ainda gera pequena variação; (2) confundir a inscrição imobiliária de Goiânia (número do cadastro na SEFIN) com o número da matrícula do imóvel no cartório de registro — são coisas distintas e ambos são exigidos em vendas; (3) usar o valor venal do IPTU como base para calcular o ITBI da compra — em Goiânia o ITBI usa valor de referência próprio, geralmente maior.

Outro erro típico é ignorar a atualização anual da Planta Genérica de Valores: bairros que passaram por grande valorização (por exemplo, o entorno da Marginal Botafogo e áreas do Setor Oeste) tiveram reajustes acima da inflação nos últimos ciclos, o que eleva o IPTU sem qualquer mudança física no imóvel. Confirme o valor venal do carnê antes de aceitar a cobrança sem contestação.

IPTU no financiamento e na compra em Goiânia

Bancos que operam em Goiânia (Caixa, Banco do Brasil, Itaú, Bradesco, Santander) exigem, no dossiê de financiamento imobiliário, certidão negativa municipal atualizada e cópia dos últimos carnês de IPTU quitados. Quando há débito, o valor é retido no ato da compra pelo próprio banco e repassado à Prefeitura, ou descontado do valor devido ao vendedor no fechamento — pratique isso ao vender direto do proprietário para evitar travas na assinatura do contrato.

No cartório goiano (1º ou 2º Ofício de Registro de Imóveis de Goiânia), a escritura só é lavrada com a certidão negativa municipal em mãos. Além dela, peça ao vendedor o extrato de inscrição imobiliária da SEFIN: divergências entre a área construída registrada e a área real (comum em imóveis com ampliações irregulares) devem ser regularizadas antes da escritura, sob pena de autuação fiscal futura em nome do novo proprietário.

Cadastro imobiliário e revisão da PGV em Goiânia

Goiânia mantém o cadastro imobiliário pela SEFIN e atualiza periodicamente a Planta Genérica de Valores (PGV) — a tabela que fixa o valor venal por metro quadrado em cada setor da cidade. Diferentemente de capitais que fazem revisão contínua, Goiânia costuma revisar a PGV em blocos, o que gera saltos de IPTU quando um setor é reavaliado depois de anos de defasagem. Setores como Sul, Oeste, Bueno e Marista figuram entre os mais reajustados nas últimas revisões.

Se o valor venal do seu imóvel destoa dos vizinhos ou não reflete depreciação real (idade avançada, uso mal classificado, área menor que a cadastrada), abra pedido administrativo de revisão do lançamento no portal da SEFIN dentro do prazo do exercício. Anexe matrícula atualizada, planta arquitetônica, fotos e, se possível, laudo de avaliação. A revisão bem instruída reduz o IPTU do próprio ano e dos exercícios seguintes.

Perguntas Frequentes sobre o IPTU em Goiânia

A alíquota de referência é 0,3% para imóveis residenciais, 0,5% para não residenciais (comerciais) e 1,5% para terrenos não edificados (LC 235/2012), com progressividade prevista em lei conforme a faixa de valor venal.
O proprietário, titular do domínio útil ou possuidor do imóvel em 1º de janeiro é o contribuinte. Em compra e venda no meio do ano, o IPTU do exercício continua no nome de quem era dono em janeiro.
Pelo portal da Prefeitura de Goiânia (goiania.go.gov.br), gerando boleto ou Pix, ou em qualquer banco autorizado com o carnê enviado ao endereço do imóvel.
Entre em goiania.go.gov.br, acesse "IPTU / Segunda via", informe a inscrição imobiliária ou o CPF do proprietário e gere o boleto ou Pix. Se o portal apresentar erro comum de sessão, tente pelo Portal Cidadão de Goiânia (portalcidadao.goiania.go.gov.br) — o cadastro é o mesmo.
A Prefeitura define o percentual no calendário anual. Nos últimos exercícios o desconto ficou entre 5% e 10% para pagamento à vista até o vencimento de fevereiro/março. Confirme o percentual do ano vigente no calendário publicado pela SEFIN.
Aposentados, pensionistas e beneficiários do BPC com um único imóvel residencial na capital podem ser isentos, desde que renda mensal e valor venal caibam nos tetos definidos pela lei municipal. A isenção não é automática: precisa ser pedida anualmente na SEFIN com CPF, comprovante de renda e matrícula do imóvel.
O Refis Goiânia é aberto por lei específica em ciclos plurianuais. Nas edições recentes, reduziu até 100% de multa e juros no pagamento à vista e até 80% em parcelamentos. Quando não há Refis vigente, a PGM aceita parcelamento ordinário na Certidão de Dívida Ativa — o percentual de desconto é menor, mas a negociação é permanente.
Não. O IPTU é anual e cobrado do proprietário. O ITBI é o imposto único da compra, pago pelo comprador antes do registro. Em Goiânia, a alíquota do ITBI é 2% sobre o valor de referência.
O débito acumula multa, juros e correção monetária. Não regularizado, é inscrito em dívida ativa municipal, com custos adicionais e possibilidade de execução fiscal. O imóvel também fica com pendências que travam venda, escritura e financiamento.
Sim: o IPTU é obrigação propter rem, ou seja, acompanha o imóvel. Sempre exija a certidão negativa municipal e comprovantes das últimas parcelas antes de fechar. Débitos podem ser negociados no preço.
No portal da Prefeitura de Goiânia, com a inscrição imobiliária do imóvel. Também é possível solicitar em unidades da SEFIN.

Depois de entender o IPTU em Goiânia, veja imóveis à venda em Goiânia direto com proprietários. Vai comprar? Confira também o ITBI em Goiânia, o imposto único da transferência. Vai financiar com subsídio? Veja Financiamento MCMV em Goiânia.

Ver imóveis em Goiânia

IPTU em cidades próximas

Compare alíquotas e regras em municípios próximos:

Veja o guia completo do IPTU para todas as cidades cobertas.

Compre direto do proprietário em Goiânia

Negocie diretamente, economize a comissão do corretor e conte com suporte jurídico opcional quando precisar.

Publicado em: 15 de julho de 2026Atualizado em: 26 de julho de 2026Fonte: Lei Complementar municipal 235/2012 (Código Tributário do Município de Goiânia) e portal da Prefeitura de Goiânia (goiania.go.gov.br). Confirme sempre a tabela vigente do ano.